- Cultura e Mercado:
A
lógica da lucrativa indústria fonográfica, que imperou por décadas, chegou ao
fim. Os avanços tecnológicos, a internet, os smartphones e diversos novos
dispositivos alteraram profundamente a dinâmica do consumo dessa arte.
“Em
toda minha vida nunca vi um professor dizer na sala de aula que existiam
profissões como dramaturgo, compositor, artista plástico. Tudo começa pela
educação e, enquanto ela estiver abandonada da maneira como está, as profissões
ligadas à arte não terão uma resposta minimamente digna”, Kiko Dinucci.
***
Livro: “Viver de Música – Diálogos com Artistas Brasileiros”
“É
preciso correr riscos, ter ânimo, aceitar o fracasso e seguir em frente, se
aventurar. Mas muitas vezes os músicos se dispõem muito pouco, se acomodam e
reclamam. A vida é dura para todo mundo, para os professores, para jornalistas,
para médicos. Não é uma exclusividade dos músicos”, Benjamim Taubkin.
- O
líder da banda Dokken falando sobre “viver de música”:
“O que
mudou é que não dá mais para viver de música. Antes, você fazia um disco,
trabalhava pra cacete nele, gastava todo o seu dinheiro, fazia um bom disco,
vendia e pagava o seu aluguel. Agora, você faz um disco, ele chega à internet
na segunda-feira e na terça todo mundo já o está baixando de graça. Então é
difícil para essas novas bandas ficarem motivadas a trabalhar com música,
porque não dá mais pra viver”, disse o vocalista Don Dokken, da banda Dokken,
que conta com Mick Brown (bateria), Jon Levin (guitarra) e Sean McNabb (baixo).
- Artigo “Viver de
Música”, Galileu:
“Apesar
de muita gente acreditar que basta talento ou uma escola de bairro para formar
um músico, a educação superior na área é muito importante para quem quer se
aprofundar e ter um conhecimento mais amplo. E o que não faltam são cursos na
área, tanto para quem gosta de música popular, que engloba além da MPB,
modalidades como o rock e o jazz, quanto para quem prefere a música erudita.”
“O
mercado é bastante competitivo, mas com diversas opções. "Esse desânimo em
relação ao campo de trabalho não é real", afirma Costa. Ele conta que as
apresentações de orquestras e bandas costumam estar sempre cheias. Além de se
apresentar em shows e concertos, o profissional da área também pode dar aulas,
compor músicas para apresentações teatrais...”.
-
“Toca do Vinícius”:
- Blog da Toca: http://blogdatocadovinicius.blogspot.com.br/
- Facebook do dono: https://www.facebook.com/carlosalbertoafonsotoca
- Artigo história da
Bossa Nova: http://www.bossanova.mus.br/artigos/historias.htm
- Texto sobre Bossa
Nova/Brasil Escola: http://www.brasilescola.com/artes/bossa-nova.htm
- Bossa Nova/ Soul : http://soulbrasileiro.com.br/main/brasil/musica/mpb-musica-popular-brasileira/mpb-musica-popular-brasileira/
- Áudio: Chega de
saudade – Nara Leão: https://www.youtube.com/watch?v=DvgueWwP9HQ
- Áudio Deixa – Elis
Regina: https://www.youtube.com/watch?v=FrnxbZSeStU
- Áudio Desafinado –
João Gilberto: https://www.youtube.com/watch?v=g6w3a2v_50U
-
Musicais:
Dentro do tema “Viver
de música” vamos mostrar musicais universitários que trouxeram visibilidade e
abriram portas para que os artistas principais ingressassem em novos projetos.
Um exemplo disso é o espetáculo The Book of Mórmon UNIRIO. Durante a montagem universitária Leo Bahia
interpretava o personagem Elder Cunningham e foi muito elogiado pela crítica.
“Dez meses depois de
sua estreia, no pequeno teatro da universidade, o espetáculo The Book of Mormon
saiu de cartaz, no domingo (5/10), concluindo uma feliz temporada no grande
Teatro João Caetano, no Centro, com sessões de quinta a sábado às 20h e domingo
às 19h. Com estimativa de mais de 28 mil espectadores divididos em 78
apresentações desde 2013, a montagem acadêmica da comédia musical serviu de
trampolim para vários atores, que ganharam visibilidade, peso no currículo e
convites para outros trabalhos.”
Leo Bahia deixou o
espetáculo universitário durante a temporada em que a peça ficou em cartaz na
Cidade das Artes para se dedicar ao projeto Opéra do Malandro.
“O escolhido foi o
jovem e talentoso ator Leo Bahia, que após brilhar na famosa
montagem acadêmica de “The Book Of Mormon”, da UNIRIO, e
manter a linha de sucesso no espetáculo “Ópera do Malandro”,
de João Falcão, recebeu a honrosa missão de dar vida a um dos
maiores comunicadores do país em sua fase jovem, o famoso Velho Guerreiro,
criador do formato dos programas de auditório, e que terá sua história adaptada
para os palcos pelas mãos de Pedro Bial, com roteiro
de Rodrigo Nogueira, direção de Andrucha Waddington,
direção musical de Délia Fischer e coreografias e
direção de movimento de Alonso Barros.”
Apresentação de Book of Mormon Unirio - "Tomorrow
Is A Latter Day"
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