sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Pautas Viver de música (Grupo 3)

Toca do Vinicius
Clara Chagas

Nessa pauta, nós vamos conversar com Carlos, dono da loja “Toca do Vinicius”. A loja é totalmente dedicada à Bossa Nova. Livros, discos, filmes da época de ouro da Bossa Nova lotam o estabelecimento em Ipanema. Apesar das dificuldades em manter uma loja cujo público é muito específico, décadas depois do sucesso do estilo musical que é a paixão do Carlos, A Toca já completou 21 anos de história. Vamos esclarecer com o Carlos como a ideia da loja surgiu e como ele fez para torná-la realidade. Além disso, vamos falar com ele sobre o mercado musical atual. As pessoas, em uma época marcada pela internet e pela convergência, continuam comprando CDs? Elas ainda têm interesse em pagar por filmes e livros? Afinal, como é viver de Bossa Nova nos anos 2000? Nessa pauta, é importante fazer um comparativo entre o cenário musical dos anos 1960 e o atual. Falar do contexto piloto e econômico também é importante, para explicar a diferença entre os mercados da época e o atual.

E o músico clássico?
Julia Bender
A matéria vai mostrar o lado de quem vive de música clássica. O objetivo é discutir o reconhecimento da música clássica na indústria da música, as transformações na forma de se consumir arte e as expectativas de quem se dedica integralmente à música clássica. Além de abordar o lado cultural do valor da música clássica na sociedade, vamos falar também do dia a dia de quem escolheu a música clássica como “ganha pão”. Nossa personagem é a cantora lírica Anna Hannickel. Formada em canto lírico pela UFRJ, ela ganha a vida cantando em casamentos, dando aulas de canto e participando de festivais na cidade onde mora, em Petrópolis. Levando em conta o fato de que ela decidiu abraçar o ofício musical, a matéria vai contar como Anna encara as questões da vocação, formação musical e retorno financeiro. Além disso, queremos saber se a família influenciou – positiva ou negativamente – de alguma forma na escolha profissional. A ideia é humanizar a realidade de quem escolheu a música como profissão. O matéria “A dor e a delícia de viver de música”, do site Acontece em Petrópolis, mostra bem isso – http://www.aconteceempetropolis.com.br/2012/09/30/a-dor-e-a-delicia-de-viver-de-musica/. Será que a Anna está satisfeita com o mercado da música clássica? Ou será que ela já quis desistir de tudo e começar de novo? Isso é o que vamos descobrir.

Musicais universitários
Beatriz Pestana
O objetivo dessa pauta é mostrar que com a disseminação da tecnologia e a facilidade em baixar músicas pela internet, a fonte de renda do artista está cada vez mais escassa. Como o mercado fonográfico é muito concorrido, muitos não têm chance de fazer sucesso a não ser que consigam fechar contrato com uma grande gravadora.  Nessa linha, os musicais universitários tem funcionado como porta de entrada para jovens artistas que buscam um “lugar ao Sol”.
A proposta é usar o caso do Musical The Book of Mormon UNIRIO, sucesso de público e crítica, com mais de 28 mil espectadores divididos em 78 apresentações desde 2013, a montagem acadêmica serviu de trampolim para que vários artistas ganhassem visibilidade. Esse é o caso de Léo Bahia, que interpretou o personagem Elder Cunningham, e se tornou uma das grandes revelações do teatro musical. O jovem também participou do espetáculo “Ópera do Malandro”, de João Falcão. Atualmente Léo Bahia se dedica aos ensaios da montagem  “Chacrinha”, com adaptação de Pedro Bial e roteiro de Rodrigo Nogueira.
O personagem da matéria será o Léo Bahia, e vamos abordar como a participação no espetáculo The Book of Mormon influenciou positivamente na carreira dele. Vamos falar também sobre os desafios de se viver de música, uma vez que a maioria dos musicais universitários não tem fins lucrativos.



 Professores de música
Katharina Farina
A pauta é centrada no “plano B” de quem quer viver de música. O que acontece quando (ou enquanto) shows e venda de música não dá certo? O entrevistado é João Carstens Machado, um formando em música da UFRJ, terminando licenciatura em piano, que dá aulas particulares. Atualmente, ele toca em duas bandas que se definem como “groove”: Rio Noventa e Brux. As duas ainda estão construindo uma base de fãs através da divulgação de música na internet e em shows esporádicos.
Na hora da entrevista, é importante perguntar sobre as perspectivas dele depois de se formar: se pretende continuar dando aulas (se sim, aulas particulares em casa ou em instituições), se quer ser “apenas” música ou pensa em produzir música alheia – ou até trabalhar no ramo, mas em outras funções, como a parte administrativa de gravadoras. Descobrir se ele é compositor e se comporia músicas para outros artistas, ou se faria carreira solo.
Mas não se pode esquecer do presente: é imprescindível saber quantos alunos ele tem no momento (e como esse número afeta o estilo de vida dele), como ele divulga o trabalho de professor, se ele tem alguma metodologia específica de ensino ou se cria maneiras diferentes de ensinar para cada aluno.
Também seria interessante, mais para a pauta geral do que para a específica, descobrir a quantas andam as bandas para saber se os membros têm alguma perspectiva de lucro ou não.

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